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Um negro sempre será um negro. Chama-se pardo, cafuzo, mulato ou moreno-claro. Um negro sempre será um negro, na luta que assume pelo direito ao emprego e contra a discriminação no trabalho. Um negro sempre será um negro. Afirmando-se como ser humano na luta pela vida.

Jorge Posada

 

Professora titular da Universidade Federal de Minas Gerais.

Possui graduação em Biblioteconomia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1993), mestrado em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (1996), doutorado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2002) e Pós-doutorado em Semiótica Cognitiva e Novas Mídias pela Maison de Sciences de l’ Homme (2006-2007).

É  membro permanente dos Programas de pós-graduação  PPGCI/UFMG  e   PPGCOM/UFMG.

Em 2019,  realizou  estágio  internacional sênior no Céditec – Centre d’étude des discours, images, textes, écrits, communication na Université Paris – Est.

Tem experiência docente, de pesquisa e de  gestão acadêmica  em  Ciência da Informação, Comunicação e Educação, com ênfase em Tecnologias da Informação.

Seus interesses de estudos abrangem:

  • Oralidade, memória, saberes populares e culturas tradicionais,

  • Geopolítica do conhecimento e justiça epistêmica,

  • Semiótica aplicada aos estudos de informação e comunicação,

  • Organização da informação: fundamentos teóricos, mediações e aplicações,

  • Organização da informação em ambientes colaborativos,